A DESOBEDIÊNCIA MATA
Seg, 19 de Abril de 2010 10:39
Autor Desconhecido
No Evangelho de Marcos 13.3 a 12, estando Jesus assentado no monte das Oliveiras, defronte do templo, Pedro, e Tiago, e João, e André lhe perguntaram em particular: Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá quando todas as coisas estiverem para se cumprir. E Jesus, respondendo-lhes, começou a dizer: Olhai que ninguém vos engane, mas importa que o Evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações: O irmão entregará à morte o irmão, e o pai, o filho; e levantar-se-ão os filhos contra os pais e os farão morrer.
Essa é uma das maiores evidências que estamos vivendo os últimos tempos, a palavra do Senhor está se cumprindo, todas essas coisas estão acontecendo, nos dias de hoje não há mais respeito no seio familiar, mas nós precisamos estar atentos a tudo isso, buscar fazer a vontade do Deus Pai, para não sermos surpreendidos no grande e terrível dia do Senhor, na vinda do Mestre para arrebatar os seus escolhidos.
Necessitamos aprender primeiramente a exercer piedade para a nossa própria família, a recompensar nossos pais, porque isto é bom e agradável diante de Deus. Mas se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, é pior do que o infiel (I Timóteo 5.4, 8).
O próprio Deus, no livro dos Salmos, declara que os nossos filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão. Como flechas nas mãos do valente, assim são os filhos da mocidade. Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava. E compara a mulher como a videira ao lado da tua casa, e o filhos como plantas de oliveira a roda da tua mesa. Assim, será abençoado o homem que teme ao Senhor.
O Senhor exorta também o comportamento dos nossos filhos, quando são sábios, isto é obedientes à palavra de Deus e a seus pais, e quando se dedicam a viver a loucura do mundo, os quais o Senhor repreende dizendo: O filho sábio alegra a seu pai, mas o filho louco é a tristeza de sua mãe, o filho sábio ouve a correção do pai, mas o escarnecedor não ouve a repreensão.
O filho sábio alegrará a seu pai, mas o insensato despreza a sua mãe. O filho desatinado é a tristeza para o seu pai, e amargura para quem o deu a luz.
E ao final da exortação o Senhor aconselha ao filho: Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe, quando vier a envelhecer.
Última atualização ( Seg, 19 de Abril de 2010 10:41 )
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A Verdade Sobre a Mentira
Sáb, 03 de Abril de 2010 09:20
Norbert Lieth
O mistério da mentira
As "palavras certas" no convívio com os outros são cada vez mais pura mentira. Pois apresentar a verdade em doses reduzidas facilita a vida. Os americanos chamam essa "forma elaborada" de comunicação de "mentiras brancas". Aqueles que sempre dizem a verdade são considerados irremediavelmente ingênuos. Além disso, eles facilmente ganham inimigos. Calcula-se que uma mentira vem aos nossos lábios cerca de 200 vezes por dia, em média uma a cada 5 minutos. Começando por falsos elogios ("Você está com excelente aparência!") até mentiras descaradas ("Hoje eu não posso ir ao escritório, estou gripado").
Há alguns anos ocupam-se com o mistério da mentira não apenas filósofos, mas também cientistas políticos e psicólogos. O resultado das pesquisas sobre a mentira:
– Mentira e engano estão nos nossos genes, foram e são o motor da evolução. Os biólogos presumem que o desenvolvimento do cérebro humano só foi possível por ter que lidar com enganos.
– Nós adulamos, engodamos e sorrimos diariamente com olhar inocente para manter uma boa atmosfera ou para nos apresentar numa luz mais favorável. Principalmente os cônjuges e familiares são enganados de maneira intensa. Eles são vítimas de dois terços de todas as mentiras graves – segundo as análises de diários da psicóloga americana Bella DePaulo da Universidade da Virgínia em Charlottesville.
– Talento para enganar é sinal de inteligência – um fator de sucesso, tão útil como perspicácia, intuição ou criatividade. "O sucesso profissional de um executivo depende em 80% da sua inteligência social", afirma Howard Gardner, psicólogo da Harvard School of Education. Também Peter Stiegnitz, um pesquisador da mentira em Viena (Áustria), pensa que os "carreiristas preferem trabalhar com jeito e charme ao invés de fazê-lo com aplicação e perseverança".
O objetivo da educação diplomática: as crianças já aprendem desde cedo que é melhor não dizer à sua antipática tia que acham o beijo lambuzado dela nojento. A alegria dissimulada da mãe ao receber o presente de Natal inútil, os doces escondidos furtivamente e a lei do silêncio sobre inconvenientes familiares são modelos e treinamento para as mentiras diárias no futuro.
Entretanto, as crianças só compreendem a necessidade de mentir entre o segundo e quarto ano de vida, e isso ocorre tanto mais cedo quanto mais inteligentes elas forem. Até então elas não sabem distinguir entre fantasia e realidade. Quando descobrem, então, quão refinadamente é possível lograr os outros, elas o fazem primeiramente em proveito próprio – a fim de evitar castigos ou para receber alguma recompensa. Mais ou menos a partir dos oito anos de idade elas aprendem a diferenciar a simpatia verdadeira da falsa.
No máximo durante a adolescência os jovens aprendem a distinguir com certa precisão se alguém está sendo sincero ou não... (Focus)
É vergonhoso como hoje em dia se lida levianamente com o conceito "mentira" ou com a própria mentira. Há pesquisas e estudos sobre a mentira, tenta-se explicá-la, procura-se a sua origem, mas em geral ela é considerada inofensiva, sim, até mesmo uma necessidade da vida e, em última análise, como algo bom.
Entretanto, como em todas as questões relativas à vida, também sobre a mentira somente a Bíblia – e não quaisquer "pesquisadores da mentira" – pode nos dar a melhor orientação. Ela nos mostra que a mentira não é um mistério, conforme diz o artigo citado, mas um pecado há muito revelado. A mentira consiste em rejeitar a verdade de Deus. Sobre os mentirosos está escrito: "Pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira..." (Rm 1.25). Por isso a mentira se estende por toda a história da humanidade. Ela é a culpada pela queda do homem e causa de todos os sofrimentos e de muitas lágrimas.
Última atualização ( Qui, 29 de Abril de 2010 09:03 )
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Nós somos o que comemos
Ter, 30 de Março de 2010 08:24
Irene Costa
Quantos versículos da Bíblia você sabe de cor? Quantos decorou exatamente como estão na Bíblia? Quantos pode citar com a referência completa? Hummm...! Você nunca pensou que alguém poderia lhe perguntar isso, pensou?
Para ir para o Céu, ou nascer de novo, ou ser salvo (como preferir), você não precisa decorar nenhum versículo da Bíblia. A salvação é tão gratuita que só o que precisa fazer para tê-la é arrepender-se dos seus pecados e receber pela fé a Jesus Cristo – o único que pode transferi-lo do reino das trevas para o Reino da luz. Entretanto, se o seu desejo é ser um crente convicto e vitorioso, você precisa alimentar a sua alma da preciosa Palavra. Para isso, é necessário que se aplique; que se discipline; que se sujeite a normas e regras; que se pague um preço. A grande demanda é: Você está disposto? Poucos dão o valor merecido a esse assunto fundamental da vida cristã. Nessa geração “fast food”, nossa tendência é “encostar” todo preço a pagar nos nossos líderes, e viver “sugando” o que eles receberam de Deus, sem sofrer nadinha para ter o que eles têm. Queremos cada da vez mais receber tudo pronto (o esboço da palavra que vamos pregar na célula, o “estudo completo” sobre a oração e o jejum, o plano de salvação em folhetos, as doutrinas da Bíblia em porções mágicas de domingo de manhã etc.). Ora, vamos encarar a realidade: isso não funciona! Você quer crescer na vida espiritual? Então repita isso comigo: “Eu vou me dedicar ao estudo da Bíblia!” Não é ler cinco capítulos por dia porque seu líder o obrigou, nem abrir e ler onde abriu sem nenhum critério, nem ler direto de Gênesis a Apocalipse sem atentar para nada específico.
Este é o problema sério com os crentes: não avançam da infância, justamente porque não estudam a Palavra de Deus. Não conhecendo os princípios, não podem aplicá-los à sua vida diária; não sabendo aplicá-los, vivem dependentes de homens (de líderes, de irmãos que oram, de irmãos que têm poder etc.); e porque estão sempre dependendo de homens, quando estes falham (esse dia sempre chega...), o que acontece? Eles esfriam na fé e se sujeitam à opressão do diabo.
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