Início Igreja Online Pr. Marcelo O PREÇO DA FALSA MODERNIDADE...
 

O PREÇO DA FALSA MODERNIDADE...

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Assim como Cristo é o cabeça da Igreja, o homem é o cabeça do casal. A Bíblia também afirma que a mulher deve ser submissa a seu marido, e que este ame sua mulher como Cristo amou a Igreja.

Nos dias de hoje essas afirmações causam impacto e indignação.  Muitos afirmam que vivemos em outros tempos e que, só de se cogitarem tais pensamentos, estamos à margem de tudo aquilo que é aceitável nos modernos relacionamentos.

Cabeça, via de regra é substantivo feminino; parte do corpo. Quando é substantivo masculino, cabeça significa líder.

De fato, é a partir da cabeça, mais precisamente das faculdades mentais comandadas pelo cérebro, que são determinadas as direções a seguir, a vontade, as emoções, e todas as opções de comando da vida.

Quando afirma que o homem é o cabeça do casal, a Bíblia está ensinando um princípio: na casa, ou no lar, há um líder, uma visão, uma direção a ser seguida. Na Igreja, a direção é dada por Jesus Cristo, e isto está perfeitamente claro na Bíblia.

Apesar disso, em um e outro caso, muitos acham que respeitam tais princípios, ainda que não admitam a autoridade masculina nos termos da Bíblia, nem, tampouco, alimentam suas vidas espirituais, naturais e emocionais a partir dos ensinamentos de Jesus Cristo.

Ocorre, entretanto, que se esquecem, homens e mulheres, que a liderança preconizada na Palavra de Deus traz outras exigências, que, muito longe de colocar a mulher em papel secundário, a eleva de tal modo que qualquer projeto de Deus não pode ser levado a termo sem ela. Senão vejamos: logo no primeiro livro da Bíblia Deus faz o homem perceber que não consegue nada sozinho. Esta é a razão de não ter sido formado junto com a mulher. O livro de Gênesis deixa evidente a frustração do homem em estar só. E Deus declara “não é bom que ele esteja só, vou fazer-lhe uma adjutora que lhe seja idônea”.

Quão grande ensinamento! A palavra adjutora (auxiliadora ou ajudadora em algumas traduções) quer dizer, no original, alicerce. Ou seja, apoio sem o qual o homem não subsistiria e estaria fadado ao fracasso.  Como todos sabem qualquer edificação sem alicerce está fadada a desmoronar mais cedo ou mais tarde. É a estrutura mais importante da casa. É através dele que se pode saber onde a edificação pode atingir!

Idônea quer dizer legítima, adequada, verdadeira.  A expressão “lhe seja idônea” dá um caráter extremamente pessoal da mulher formada para um homem. Bastaria a Deus dizer “uma mulher que seja idônea”, mas não foi isso que Ele disse. Em todas as traduções, de qualquer idioma, vê-se a inserção da partícula “lhe”. Isso quer dizer, ainda, que há uma mulher determinada para cada homem determinado.

Para não estender demasiadamente estas observações, sem perder o foco do estudo, basta que se acrescentem duas observações ao que aqui foi mencionado.

Primeiramente vemos que, quando da criação, tanto homem como mulher foram criados para exercerem domínio sobre toda a criação de Deus. Isso que dizer que a forma que Deus escolheu para que tudo o que Ele criou fosse administrado, foi dar autoridade, domínio e poder ao homem e a mulher. “Let them have dominium over the earth”; ou seja, “deixemos que eles (homem e mulher) tenham domínio sobre a Terra”. Diferente da tradução em português, que diz em Gn 1:26 “tenha ele domínio”. Não podemos esquecer que “homem e mulher os criou”.

A segunda observação é de que a submissão da mulher está vinculada a um amor tal do homem que ele seria capaz de dar sua vida por ela (“como Cristo amou a Igreja”). É evidente que, ao raciocinarmos nestes termos, não seria sacrificante a uma mulher submeter-se (submissão = estar sob a mesma missão) a alguém que está disposto a morrer por ela. Este é o projeto da administração da Terra determinado pelo próprio Deus.

Entretanto, ocorre que, a guisa de modernidade e de tentar “melhorar” a ordem estabelecida por Deus, o que vemos hoje? Mulheres estão sendo o cabeça; homens voltando pra casa aos quarenta (“deixará o homem sua casa e se unirá a sua mulher”); filhos apontando o dedo no rosto dois pais; adultério; libertinagem; crianças sem limites; lares sem direção.

Talvez fosse melhor voltar a abrir a Bíblia.

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